Hoje Mangroove no Na Pilha.

Programa Na Pilha

Mangroove estará no programa Na Pilha da TVCOM

Estaremos hoje ao vivo as 18hs no programa Na Pilha da TVCOM, canal 36 da net.

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02/12 – Show da Mangroove no Barbariza

Show Mangroove

Show Mangroove

 

Rodovia Admar Gonzaga, 2589, Florianópolis – Santa Catarina, Brazil

Anexo ao posto Itacotubi/Parque São jorge

by [|-DaRio-|]

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Qual foi a morte mais emblemática de 2011?

Muammar al-Gaddafi

Muammar al-Gaddafi

Amy Whinehouse

Amy Whinehouse

Steve Jobs

Steve Jobs

Osama Bin-Laden
Osama Bin-Laden

O ano de 2011 foi marcado por quatro mortes marcantes.  Para vocês qual delas foi a mais emblemática e porque?

Segundo o dicionário:

Emblemático

Significado de Emblemático

adj. Que tem o caráter de emblema: figura emblemática.

Lembrando que Steve Jobs era um CEO genial, Amy Whinehouse era uma cantora de talento, Osama Bin Laden foi responsabilizado pelos atentados de 11 de setembro de 2001 e Muammar al-Gaddafi foi um ditador Líbio.

by [|-DaRio-|]

@darioss

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O tempo

Escrevi um novo texto. segue abaixo.

Autor: Dario Souza da Silva

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O Tempo

O Tempo

         O tempo que à ele parecia tão apressado naqueles dias, de súbito parou. Tudo era a mais absoluta calma. O vento era fresco e suave como nas graciosas manhãs das primaveras tropicais. Os pássaros tornaram a entoar suas doces e alegres melodias matinais. O Sol raiava no horizonte num amarelo ouro reluzente que ele nunca antes vira, tamanha era a sua beleza. O som do vem e vai das ondas agora lhe era tão nítido que ao invés de acalma-lo, convidava-o a um mergulho.

      Naquele dia um simples folhear de revista, um trejeito qualquer de alguém que outrora passaria despercebido, uma pequena formiga carregando, provavelmente para o ninho, uma folha muito maior que se supõe que suportaria. Um chiclete sendo mastigado, uma gota escorrendo de uma garrafa de refrigerante recem aberta. Tudo lhe chamava a atenção.

    O ônibus que de costume lhe causava perturbação devido a quantidade de pessoas, sons e situações que ali ocorriam. Como na ocasião em que o cobrador ajudou uma moça a descer da condução e encantado com sua beleza esquece-se de retornar para o veículo, ficando ali esquecido pelo motorista que nem notara sua falta até que alguém o avisou. O fato é que ele continuava ali estarrecido com o bucólico arrastar dos segundos.

    Olhou então para o seu relógio e reparou que o ponteiro não pulava de um segundo para o outro, mas sim deslizava num suave e quase imperceptível movimento. O movimento dos ponteiros do seu relógio era constante. Então, como podia estar o tempo tão devagar naquele dia? – Indagou-se então se o problema não seria com a pilha do aparelho. –  Já não fazem mais pilhas como antigamente – pensou. Neste momento sua atenção se voltou para fora do ônibus, já estava se aproximando do seu destino. Desceu do coletivo como que se estivesse acontecendo uma solenidade cheia de cerimônias e burocracias. Nunca antes se ateve a quantidade de tarefas necessárias para se descer de um ônibus.

    Entrou no estabelecimento e apresentou-se. – Pois não, pode aguardar um momento por favor, vou anunciar sua chegada. – responde-lhe a simpática recepcionista, com um sorriso daqueles que se consegue pronunciando a letra x, e articulando bem os músculos da face. Sentou-se numa poltrona que havia no canto da sala, pegou em seu bolso um plástico bolha e começou a estoura-lo. Conseguiu notar cada movimento de cada bolha ao ser estourada. Percebia perfeitamente como a bolha ao ser apertada de inchava, seu plástico envoltório ia se esticando até que chegava ao limite da sua resistência e lentameente começava a rasgar-se formando uma fissura. Pelo furo criado saia o ar lentamente seguido de um estralo demorado. Algum tempo depois a moça retornou anunciando que poderia entrar.

    Ele levantou e caminhou e dirigiu-se até a outra sala. passou por um longo corredor no qualhaviam obras de arte de picasso, – réplicas provavelemente – pensou ele enquanto caminhava. Sentiu que seu coração havia acelerado um pouco, ouvia o barulho dos seus passos como se fossem bombas a explodir sobre o alvo. E então alguém lhe estendeu a mão.

     Naquele dia o tempo havia parado. E parou porque ele tinha medo de dentista e se encontrava agora sentado na cadeira, prestes a abrir a boca e sentir gosto amargo que a coragem deixa quando se esvai.

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Se usar este texto, favor citar a fonte.

by [|-DaRio-|]

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